quinta-feira, 6 de março de 2014

Desmotivação e evasão: o que fazer para incentivar jovens e adultos?

A evasão dos alunos é um problema grave na Educação de Jovens e Adultos em todo o país. Já ouvi muitos casos de classes que começam o ano com 30 alunos e, já no final do primeiro semestre, estão com metade das carteiras vazias.
Acho que todos nós concordamos que muitos dos fatores que levam nossos alunos a abandonarem os estudos estão fora do nosso controle. No entanto, há vários aspectos em que podemos ajudar. A seguir, listo alguns pontos que, em minha opinião, podem motivar os estudantes a permanecerem na escola.
Em primeiro lugar, a escola precisa ser uma experiência positiva. Para uma pessoa que já tem uma rotina pesada com trabalho, cuidados com a família, cuidados com a casa, entre outros afazeres, é difícil chegar à escola, no final do dia, e ainda por cima encontrar aulas desinteressantes, colegas desmotivados… Vou colocar de uma maneira mais simples: frequentar a escola não pode ser uma coisa chata. Tem que ser um momento agradável no dia de nossos alunos.
Penso também que a organização da escola tem papel fundamental na permanência dos alunos. Eles percebem rapidamente quando a escola está desorganizada, os professores são pouco assíduos ou o planejamento é falho. Já ouvi vários estudantes dizerem: “Larguei a minha outra escola porque ela era muito bagunçada. Os professores faltavam muito e não levavam a sério. Se nem eles levam a sério, por que eu vou levar?”.
Por outro lado, já ouvi dizerem: “Puxa vida, professor, você faz igualzinho à outra professora! Vocês combinaram?”. Essa sensação de que há uma organização, de que os professores trabalham em equipe e estão “levando a sério” é uma força que tende a puxar os alunos para a escola. Garantir o bom funcionamento da escola representa um trabalho enorme que diz respeito principalmente à equipe gestora, mas envolve desde manutenção e limpeza até o próprio comprometimento dos professores.
Outro ponto em que podemos ajudar é com a criação de vínculo afetivo com a escola. Se conseguirmos que os alunos gostem e se sintam ligados à escola, eles terão mais motivos para evitar deixá-la. Isso se soma à questão da experiência positiva, que já mencionei neste post, mas vai além. Penso que a escola tem que representar um lugar onde se tem acesso ao conhecimento, um espaço a que os alunos se apeguem e considerem importante para suas vidas.
Esse vínculo envolve também os colegas da turma. A escola é espaço para socializar, conversar, ouvir o outro. No entanto, nós professores costumamos exagerar no uso do giz e da lousa e promovemos poucas atividades em que os alunos possam interagir. Sempre fico chocado quando um estudante, no fim do semestre, revela que não sabe o nome de um colega, depois de tantas aulas! É um sinal de que a convivência não aconteceu, certo? Temos que evitar isso!
Penso que as atividades em que os alunos se organizam de maneira diferente, olham uns para os outros e trocam opiniões, colaboram para construir um clima de respeito e camaradagem que, no final das contas, constrói essa escola que faz o aluno “sentir falta”.
Um exemplo de uma atividade desse tipo é a dinâmica da teia, que relatei em outro post. Veja também os exemplos propostos por outros professores nos comentários.
Encerro lembrando mais um aspecto importante que diz respeito a cada área do conhecimento: o currículo. O que ensinamos na escola tem que ter ligações com o mundo do aluno. Conteúdos que só servem para as avaliações não são atrativos. Temos que procurar sempre promover aprendizados que ajudem o aluno a compreender o mundo que o cerca.
No site GESTÃO ESCOLAR, há reportagem com algumas ações bem-sucedidas no combate à evasão na EJA. Confira aqui.
E em sua escola, existe o problema da evasão? Como você e seus colegas têm trabalhado para enfrentá-lo?
Fonte: http://revistaescola.abril.com.br/blogs/eja/2014/03/05/desmotivacao-e-evasao-o-que-fazer-para-incentivar-jovens-e-adultos/

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Ursinho Pimpão

Vem meu ursinho querido
Meu companheirinho
Ursinho Pimpão
Vamos sonhar aventuras
Voar nas alturas
Da imaginação
Como na história em quadrinhos
Eu sou a Sininho
Você Peter Pan
Vamos fazer nossa festa
Brincar na floresta
Ursinho Tarzã
Enquanto o sono não vem
Eu sou Chapeuzinho
Você meu galã
Dança também (Pimpão)
Pelo salão (Pimpão)
É tão bonita, nossa canção
Manhã já vem (Pimpão)
Dorme Pimpão (Pimpão)
Urso folgado, não tem lição
Vem meu mocinho querido
Ator preferido
Da minha estação
Vou te sonhar colorido
Pegando bandido
Na televisão
Vamos deixar o cansaço
Dormir num abraço
Meu velho amigão
Não fique triste zangado
Se eu viro de lado
E te jogo no c
Ah! Meu ursinho palhaço
Seu circo é um pedaço
Do meu coração
Dança também (Pimpão)
Pelo salão (Pimpão)
É tão bonita nossa canção
Manhã já vem (Pimpão)
Dorme Pimpão (Pimpão)
Urso folgado, não tem lição

"Quem nunca teve um Ursinho Pimpão quando criança ,para brincar e dormir abraçadinho com ele?"
Essa música lembra a minha infância ...eu era feliz não sabia,tempo bom que não volta mais,mas posso recorda.......

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Jogos para aula de matemátina nas séries iniciais

Bingo com figuras
Material: cartelas
Conteúdo: todos os trabalhados com os blocos, discriminação visual
A professora confecciona cartelas com os desenhos de todas as figuras. As peças são colocadas todas dentro de um saco. Uma criança retira uma peça e a descreve: um quadrado, vermelho, grosso, pequeno. A criança que tiver o desenho em sua cartela tem o direito de colocar um feijão ou uma pedrinha sobre a figura para marcar os lugares. Quem primeiro completar suas cartelas vence o jogo. Eis um exemplo de uma das casas do bingo

AMARELINHA
Dicas para iniciar a brincadeira pela primeira vez: Faça uma roda com os alunos e pergunte a eles:
- Quem conhece a amarelinha?
- Quais os tipos de amarelinha que conhecem?
- Deixe que desenhem como elas são.
- Como se joga a amarelinha?
- Como podemos organizar essa brincadeira?
- Como se decide quem joga primeiro?
Após levantar o que os alunos sabem sobre essa brincadeira, a professora pode propor que todos vão conhecer uma amarelinha. Pode-se iniciar explorando com as crianças somente a maneira de pular, uma vez que não é simples esse pular, elas precisam coordenar muitas ações ao mesmo tempo.
Num outro momento então, pode-se ensiná-las como é a brincadeira. Enquanto algumas crianças são convidadas a iniciar, as demais observam sentadas em círculo ao redor do diagrama. Uma criança também pode auxiliar a outra.
Uma nova organização da classe: Quando os alunos já estiverem familiarizados com a brincadeira, o professor pode desenhar de dois a quatro esquemas da amarelinha para que possam brincar, sendo que em cada grupo sejam colocadas duas crianças que já tenham maior conhecimento para auxiliar as demais.
Ao final, a professora pode reunir a turma para fazer um fechamento da atividade: pode ser uma roda onde os alunos falem sobre como foi jogar, o que foi fácil e o que foi difícil, tomem decisões sobre como realizar a brincadeira numa próxima vez, ou realizar um desenho da brincadeira. Para os de maior idade, podem ainda produzir um texto coletivo sobre as regras aprendidas. A brincadeira pode ser repetida muitas vezes, para que todas as crianças tenham oportunidade de aprender a brincadeira e superar suas dificuldades, vencendo os desafios propostos, bem como, apreender todas as regras.
Bola de Gude: Desenvolve a estruturação do espaço, a coordenação perceptivo-motora, o raciocínio numérico, a oralidade além de estimular os movimentos, proporcionar momentos de contagem e controle de números de bolinhas, classificações variadas e comparação de tamanho.
Tradicional: circulo onde são colocadas as bolinhas “apostadas”. Os alunos, atrás da raia rolam suas bolinhas em direção à ela. Aquele cuja bolinha chegar mais próximo da raia é quem começa o jogo. Este atira a “joga” (bolinha que não entra na aposta), em direção ao gude (circulo) com a finalidade de deslocar para fora, as bolinhas que estão dentro dele. Se a bolinha parar no meio do caminho passa a vez para o próximo colega e continua dali na próxima rodada. Se a bolinha parar no gude, o jogador sairá do jogo. Vence aquele que retirar o maior número de bolinhas do gude.
Existem outras variáveis que podem ser exploradas como: largada, Box, estrela, paredinha, etc.
 
fonte:http://alziraubaldo.blogspot.com.br/

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

O Desenvolvimento Cognitivo da Criança


A palavra cognição tem origem nos escritos de Platão e Aristóteles e significa o ato ou processo de conhecer, que envolve atenção, percepção, memória, raciocínio, juízo, imaginação, pensamento e linguagem.

A cognição é derivada da palavra latina cognitione, que significa a aquisição de um conhecimento através da percepção. Devido a esse fato é que a cognição é mais do que a aquisição de conhecimentos, é também um mecanismo de conversão do que é captado para o nosso modo de ser interno com relação ao meio em que vivemos.
Um fator importante para a aquisição desses conhecimentos é a própria aprendizagem sem a qual não seria possível tornar factível o desenvolvimento em tempo real e verdadeiro da aquisição de objetivos. Especialistas no assunto preocupados com os diversos modelos de aprendizagem criaram teorias nas quais a própria aprendizagem se encarrega dos processos de cognição através de estratégias.
Vale lembrar que embora desde a Grécia Antiga tenham sido formuladas diversas teorias sobre a aprendizagem, as mais utilizadas na educação contemporânea são a de Jean Piaget e a de Lev Vygotsky.
Para Piaget em sua Teoria de Epistemologia Genética, o conhecimento é construído através da interação do sujeito com o meio, a partir de estruturas existentes. Segundo sua teoria todo desenvolvimento obedece estágios hierárquicos que iniciam e decorrem do nascimento e se consolidam aos 16 anos. São eles:
Estágio sensório-motor (do nascimento aos 2 anos) - a criança desenvolve um conjunto de esquemas de ações sobre os objetos, que lhe permite construir um conhecimento físico da realidade. Nesta etapa desenvolve o conceito de permanência dos objetos, constrói esquemas sensório-motores, é capaz de fazer imitações construindo representações mentais cada vez mais complexas em que o contato com o mundo é através da figura materna e seu pensamento é sincrético.
Estágio pré-operatório (dos 2 aos 6 anos) - a criança inicia a construção da relação causa e efeito, bem como das simbolizações. É a chamada idade dos porquês e do faz-de-conta onde com a estruturação do egocentrismo na formação de pequenos grupos ocorre a crise da oposição, da consciência e da hipertrofia do ego. Os interesses são imaginativos e as tentativas de controle das pautas emocionais são uma característica marcante.
Estágio operatório-concreto (dos 7 aos 11 anos) - a criança começa a construir conceitos através de estruturas lógicas, consolida a conservação de quantidade e constrói o conceito de número. Seu pensamento apesar de lógico, ainda está preso aos conceitos concretos não fazendo ainda abstrações e quanto a questão de dominância apresenta o conhecimento dos fatos participando socialmente do grupo escolar e infantil e descobrindo o que chamamos de estabilidade emocional onde a descoberta do superego influencia na estabilidade emocional.
Estágio operatório-formal (dos 11 aos 16 anos) - fase em que o adolescente constrói o pensamento abstrato e conceitual, conseguindo ter em conta as hipóteses possíveis, os diferentes pontos de vista e sendo capaz de pensar cientificamente. Apesar da possível pseudo-regressão emocional, a necessidade da turma e da equipe para afirmação e interação social é uma constante diante da crise de originalidade, afirmação e consciência do Eu profundo na busca da personalidade adulta. A objetivação de valores e de idéias remete a volta da subjetividade e turbulência pubertária onde a valorização expressiva é emocional.

Com tudo isso, conclui-se que na concepção piagetiana, a passagem de um estágio a outro estaria dependente da consolidação e superação do estágio anterior. É importante ressaltar que os estágios agem como mecanismos denominados de “equilibração das estruturas mentais”, ou seja, a transformação de um conhecimento prévio em um novo, forma a base da aprendizagem e do desenvolvimento cognitivo da criança.
Para Vygotsky em sua Teoria do Sócio-Interacionismo, o conhecimento é construído através das interações do sujeito com o meio e com o outro, como desencadeador do desenvolvimento sócio-cognitivo. Segundo sua teoria todo desenvolvimento é impulsionado pela linguagem o que torna possível ver o homem como ser biológico, histórico e cultural. Para ele o desenvolvimento está atrelado obrigatoriamente a aprendizagem e é o próprio processo de aprender que gera e promove as estruturas mentais enquanto para Piaget a estruturação do organismo precede o desenvolvimento.
Tanto na teoria piagetiana onde o desenvolvimento cognitivo é uma teoria de etapas, como na teoria sócio-interacionista onde o desenvolvimento cognitivo passa por processos e fenômenos psíquicos, o importante é reconhecer que tanto a escola como a família devem promover a descoberta e a construção do conhecimento estimulando a capacidade de análise crítica, a criatividade na solução de problemas e estimular a autonomia e o gosto pelo saber.
*Reconhecer nos educadores um personagem da mediação do conhecimento, ora criando dificuldades ora resolvendo problemas, faz com que a criança perceba suas potencialidades e desenvolva seu aspecto cognitivo encontrando na família a segurança, a confiança e o amor necessários para construir sua identidade e autonomia.
O desenvolvimento cognitivo da criança para ser pleno necessita acompanhar os aspectos afetivos, sociais e psicomotores, pois com isso é possível transformar a visão de mundo infantil em divertidas descobertas criando vínculos entre a família, a escola e a sociedade.  

Daniella Magnini Baptista
Pedagoga

Fonte:http://www.olharpedagogico.com/site_detalheDica.php?id=4

Como lidar com um aluno com dificuldades de concentração?





Lidando com a síndrome da Hiperatividade e Déficit de Atenção

 

 


A hiperatividade e o déficit de atenção se apresentam em aproximadamente 5% das crianças de idade escolar, acometendo mais meninos do que meninas. Nesta fase, os sintomas de hiperatividade se sobressaem aos de déficit de atenção.

Indivíduos que apresentam de forma mais acentuada os sintomas de déficit de atenção tendem a ser desatentos, dispersos e com pouca concentração. Já os com hiperatividade, apesar de possuírem desempenho satisfatório, não conseguem ficar quietos, podendo atrapalhar a dinâmica da sala de aula.

Assim, tanto em um caso quanto em outro, o portador corre risco de não ter um desenvolvimento no aprendizado satisfatório e, ainda, de ser rejeitado pelos colegas. Diante destes fatos, fica claro a importância de se conhecer mais a respeito desta síndrome e também sobre ações a serem utilizadas para com seus portadores, em sala de aula. O texto em questão tem este propósito.

Primeiramente, nem toda criança desatenta e/ou muito agitada é, de fato, hiperativa e, desta forma, cabe ao professor comunicar aos pais a presença de determinados comportamentos, a fim de que estes busquem auxílio médico, a fim de se diagnosticar (ou não) a síndrome. Em muitos casos, estes podem ter outras causas, como a morte de um ente querido e problemas familiares.

Erros por descuido, desatenção, não conclusão de tarefas, dificuldades em organizar atividades e se manter em silêncio, facilidade de distração por estímulos externos, perda de materiais necessários para determinada atividade, agitação e, em muitos casos, impulsividade; tanto em atividades consideradas “chatas” quanto nas mais prazerosas; podem indicá-la.

Com um diagnóstico confirmado, é necessário o trabalho em conjunto de pais e professores. Este último poderá adotar algumas medidas:

- organizar a fileira em forma de “U”, para ter uma visão geral da sala (e do aluno);
- buscar um contato mais próximo com ele (se necessário, colocar este sentado próximo à sua mesa, acompanhando seu desenvolvimento);
- fazer um roteiro da aula, deixando claro a todos os alunos o que deve ser cumprido;
- observar a maneira com que este aluno aprende de forma mais satisfatória e se utilizar deste método;
- planejar aulas mais estimulantes;
- desenvolver atividades em conjunto com outros professores;
- delegar tarefas e responsabilidades compatíveis com sua idade;
- no caso do hiperativo, permitir com que saia da sala algumas vezes (para pegar giz, entregar um recado a outro professor, etc.), a fim de que se sinta valorizado, e também não saia da sala por conta própria; e dar pouca importância às infrações leves e ser firme e rígido em infrações graves;
- propor atividades diferenciadas quando necessário (como questões curtas, de múltipla escolha, ou com auxílio de imagens e esquemas);
- estimular que este se relacione com outros colegas;
- não permitir comentários maldosos nem comportamento excludente por parte dos colegas.

Pode ser interessante que pais e professores tenham contato diário, por meio de um caderno de recados específico para tal.

Fonte:http://educador.brasilescola.com/orientacao-escolar/lidando-com-sindrome-hiperatividade-deficit-atencao.htm

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Alimentação Infantil

Alimentação Infantil



A infância é a fase de formação dos hábitos alimentares. É quando as crianças se acostumam a consumir diversos tipos de alimentos e definem de quais deles elas gostam ou não. É nesta época também que a criança começa a ser mais independente e a comer sozinha. Por ser uma fase de desenvolvimento, os pais têm grande responsabilidade e devem guiar seus caminhos, criando um ambiente para que a criança sinta prazer em consumir alimentos saudáveis.

A melhor maneira de começar é dando o exemplo. Principalmente na fase pré-escolar, as crianças tendem a imitar o que veem os adultos fazer. Se você disser pro seu filho comer fruta, mas não tiver este hábito, só vai confundir a cabeça dele... “Afinal, se comer fruta é bom, porque meus pais não comem?”

Como essa é a idade das descobertas, a alimentação muitas vezes se torna menos interessante do que brincar com os novos amigos. Portanto, não se desespere se seu filho não quiser comer tudo todos os dias. Isso é normal.

Algumas táticas podem aumentar o interesse dele. A principal delas é envolver seu filho no preparo dos alimentos. Pedir para ele misturar os ingredientes da salada, por exemplo, faz com que ele queira experimentar aquilo que fez. Até mesmo ajudar a colocar a mesa aumenta a participação da criança nestes momentos.

Ofereça uma variedade de alimentos e prepare-os de diferentes maneiras. Não é porque você não gosta de algo, que seu filho também não vai gostar. Seus paladares e preferências podem ser diferentes. Respeite os dele. Outro ponto importante é oferecer diversas vezes um tipo de alimento, antes de achar que seu filho não gosta dele. O ideal é que ele experimente cada alimento no mínimo oito vezes para chegar a essa conclusão.

Estabelecer uma rotina é muito importante. Acostume seu filho a ter horários e lugar certo para se alimentar. Além disso, faça da refeição um momento agradável, para que ele não associe a alimentação com brigas ou chantagens, por exemplo, e tenha prazer em dividir este momento com a família.

Fonte:http://www.sadia.com.br/vida-saudavel/25_saude+nota+10/81_fases+da+vida/17_alimentacao+infantil