quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

O QUE HÁ DE NOVO NAS DISPUTAS CURRICULARES?




 Autor :André Picanço Favacho
O QUE HÁ DE NOVO NAS DISPUTAS CURRICULARES?


·       O autor destaca que o currículo não é apenas território de disputa teórico. Quem disputa vez nos currículos são os sujeitos da ação educativa;
·       Os professores e alunos não se pensam apenas como ensinastes e aprendizes dos conhecimentos dos currículos, mas exigem ser reconhecidos como sujeitos de experiências sociais e de saberes que requerem ter vez no território dos currículos;
·       ARROYO aponta que o currículo oficial  está cada vez mais pressionado pelos coletivos populares;
·       Esses coletivos, por sua vez, não lutam pela socialização em si;
·       A luta é por pertencimento social amplo, por acesso aos bens materiais e culturas, simbólicos e memoriais, na diversidade de espaço social, onde o direito á escola adquire outra relevância;
·       Invertem a antiga lógica: articulam o seu direito á escola, á conquista e ocupação de outros espaços e, com isso, pressiona o currículo oficial para incorporar o resultado de suas lutas;
·       Com isso o currículo não perdeu sua força controladora, mas que abre caminho para que seja possível que a história-memória dos diversos sujeitos seja contada, ainda que por meio de outra linguagem;
·       As escolas continuam importantes para esses sujeitos;
·       As experiências e tudo que as novas lutas são capazes de produzir podem, estrategicamente, se converter em prática curricular;
·       Em conteúdos políticos, em ato a ser valorizado pela escola, essas situações tem ameaçado positivamente o currículo oficial;
·       Parâmetros curriculares Nacional,Provinhas Brasil,Enem, Diretrizes Curriculares Nacionais,Índice de Desenvolvimento Básico;tudo com o objetivo de reforçar os conteúdos cognitivos da escolarização e abolir a dominação da nova estratégia, que une saberes,direitos e escolarização;
·       1ª PARTE DO LIVRO
·       “Os professores e seus direitos  a ter vez nos currículos- autorais, identidades profissionais”.
·       Arroyo acredita que a atividade do professor não se reduz, de forma alguma, a validar controle as instâncias superiores sobre a escola;
·       Bloqueiam a autoridade profissional do professor e seus saberes docentes;
·       Para Arroyo, a autoridade docente não foi totalmente eliminada, uma vez que a arte de educar não se separa do mundo, da vida, das práticas reais das pessoas, de suas mazelas, de seus desejos;
·       Os eventos sociais, culturais e políticos que convocam a docência é que faz com que desloquei a arte de educar ou a autoria docente;
·       2ª PARTE DO LIVRO
·       “Os saberes do trabalho docente disputam lugar nos currículos”
·       Denuncia que, lamentavelmente, contra os avanços de se educar partindo das vivências humanas ou desumanas dos sujeitos, vê-se nascer, nos dias de hoje financiadas pelas reformas educacionais, a função autista do professor, substituído a necessária função educadora da docência;
·       Perdemos a oportunidade de educar a partir do trabalho cujo princípio é educativo;
·       3ª PARTE DO LIVRO
·       “Arroyo defende a tese de que “ Os sujeitos sociais e suas experiências se afirmam no território do conhecimento”
·       Os coletivos sociais mostram que os saberes têm, sim, sua origem na experiência social e não apenas na artificialidade;
·       Se isso for negado ou ignorado, produzimos, além de uma injustiça social, uma injustiça cognitiva;
·       4ª PARTE DO LIVRO
·       “As crianças, os adolescentes e os jovens abrem espaços nos currículos”
·       Na visão de Arroyo a pedagogia a partir das novas vivências das crianças e jovens, foi interrogada na sua visão messiânica, romântica de criança e promotora de destinos, dando lugar de outra pedagogia capaz de revelar às crianças e adolescentes sua própria configuração da realidade;
·       Os jovens resistem a conviver em um sem – lugar, isto é, resistem a habitar em um espaço que, em qualquer momento, foi para eles pensado;
·       5ª PARTE DO LIVRO
·       “O direito a conhecimento emergente nos currículos”
·       Indigna-se com o fato de que as crianças – adolescentes passaram anos   na educação fundamental, completaram a educação média e saíram sem saber nada o pouco de se mesmos;
·       Romantizar a pedagogia e, portanto, os sujeitos da pedagogia;
·       Professores e alunos; Acordá-los desse sono durante o qual se acredita, erroneamente, que cada um nasceu para o que é.






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